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Sergipe mantém menor custo da construção civil do país em setembro
Em setembro, o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) registrou alta de 0,45%, com custo de R$ 1.776,31 por metro quadrado
09/10/2026 16h51
Por: Márcio Rodrigues Fonte: Secom Sergipe

O custo da construção civil em Sergipe permaneceu o menor do país no mês de setembro, segundo dados do Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), produzido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), analisados e divulgados nesta sexta-feira, 9, pela Secretaria Especial de Planejamento, Orçamento e Inovação (Seplan), por meio do Observatório de Sergipe.

O custo da construção civil fechou o mês em R$ 1.776,31 por metro quadrado, o menor entre as unidades da federação. Os materiais registraram uma variação de 0,56% e passaram a custar R$ 1.034,77 por metro quadrado. O custo da mão de obra variou 0,29% e chegou a R$ 741,54 por metro quadrado.

No mês de setembro, o custo da construção civil registrou alta de 0,45%, resultado inferior ao de agosto, quando pontuou 0,60%. A variação acumulada do ano foi de 6,12%; e, dos últimos 12 meses, 6,82%. No cenário nacional, o índice variou 0,30%.

“Sergipe manteve, em setembro, o menor custo da construção civil do país. Mesmo com a elevação dos preços no mês, o estado permaneceu com o menor valor por metro quadrado entre as unidades da federação”, explicou a gerente de estudos socioeconômicos do Observatório de Sergipe, Michele Dória.

Cenário Nacional

O custo nacional da construção, por metro quadrado, subiu de R$ 1.993,76 para R$ 1.999,73, sendo R$ 1.127,17 correspondentes aos materiais de construção e R$ 872,56 à mão de obra. Das 27 unidades da federação, 25 apresentaram variações positivas. As maiores altas foram pontuadas no Mato Grosso (3,34%), Alagoas (1,84%) e Goiás (0,72%). Em contraste, Amapá (0,02%), Amazonas (0,04%) e Tocantins (0,05%) pontuaram os menores índices. Piauí e Paraná não apresentaram variação. Sergipe teve a 5ª maior variação do país e a 2ª entre os estados do Nordeste.

A gerente de estudos socioeconômicos do Observatório de Sergipe, Michele Dória / Foto: Robert Silva/Seplan