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Polícia Científica perícia cerca de 500 quilos de entorpecentes apreendidos em Breves

O material foi descrito, pesado e contraprovas foram enviadas para o laboratório forense da PCEPA, onde testes confirmatórios serão realizados

08/05/2025 às 18h08
Por: Márcio Rodrigues Fonte: Secom Pará
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Foto: Foto: Amanda Monteiro/Ascom PCEPA
Foto: Foto: Amanda Monteiro/Ascom PCEPA

Uma equipe de peritos do Laboratório de Química Forense, pertencente à Coordenação de Laboratórios (Colab), da Polícia Científica do Pará (PCEPA), em Belém, realizou perícia na manhã desta quinta-feira, 08, em quase 500 quilos de entorpecentes apreendidos em ação de fiscalização de agentes da Base Fluvial Integrada 'Antônio Lemos' em uma carreta que estava sendo transportada por uma balsa, no município de Breves, no Marajó. Os entorpecentes foram enviados para o Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), que abriu inquérito policial para investigar o caso e solicitou o exame pericial.

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A perícia constatou um total de 498 quilos de entorpecentes, sendo 463 quilos de maconha, divididos em 399 tabletes, e 35 quilos de Oxi, divididos em 34 tabletes. "A droga foi descrita, pesada e contraprovas foram enviadas para o laboratório forense da PCEPA, onde passarão por outros testes confirmatórios", afirmou o perito criminal da PCEPA, Judysson Brito.

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Segundo o delegado responsável pelo caso, Lúcio Bezerra, com o auxílio de cão farejador, foi possível identificar que havia drogas no veículo. "Os entorpecentes vieram de Manaus com destino a Belém. A droga geralmente vem da tríplice-fronteira 'Brasil-Peru-Colômbia'
O motorista da carreta foi preso em flagrante pelo crime de tráfico de drogas”, afirmou o delegado.

O laudo vai subsidiar a destinação de todo o produto apreendido, que será levado para incineração por parte da Polícia Civil. “A importância da Polícia Científica nesses casos é para conseguirmos quantificar a droga, saber a natureza da droga, para que a gente consiga estabelecer uma padrão de atuação, inclusive, relacionado à rota para identificarmos de onde exatamente os entorpecentes vêm”, explicou o delegado.

Texto: Amanda Monteiro/Ascom PCEPA

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