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21 dias de ativismo: Sempi realiza palestra na Casa da Mulher Brasileira sobre a Lei Maria da Penha

A oficina faz parte da programação dos “21 dias de Ativismo – Elas Vivas, Feminicídio Zero”, campanha que promove momentos de diálogo sobre o enfre...

08/11/2024 às 13h52
Por: Márcio Rodrigues Fonte: Secom Piauí
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Foto: Reprodução/Secom Piauí
Foto: Reprodução/Secom Piauí

A Secretaria das Mulheres (Sempi) realizou, nesta sexta-feira (8), um momento de diálogo na Casa da Mulher Brasileira com as concludentes dos cursos de qualificação do Programa Qualifica Piauí. Com o tema "O que você sabe sobre violência?", a equipe da Secretaria apresentou as tipificações da violência, incluindo a física, psicológica, sexual, patrimonial e moral, previstas na lei Maria da Penha, além de apresentar orientações sobre os serviços de apoio disponíveis na rede de atendimento.

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A oficina faz parte da programação dos “21 dias de Ativismo – Elas Vivas, Feminicídio Zero”, campanha que promove momentos de diálogo sobre o enfrentamento à violência contra a mulher no Piauí. As mulheres conseguiram ter a compreensão da importância de identificar as tipificações da violência de forma dinâmica e interativa, por meio do uso da Ferramenta VAMOS , que promove o questionamento das normas sociais geradoras das desigualdades entre homens e mulheres e das violências resultantes dessas desigualdades.

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Foto: Reprodução/Secom Piauí
Foto: Reprodução/Secom Piauí

Por meio da interação, as mulheres puderam ter conhecimento que a violência não se limita apenas a agressões físicas, mas abrange diversas formas de opressão que afetam a vida cotidiana. O diálogo proporcionou um espaço seguro para que as participantes discutissem suas vivências e compreendessem a importância de reconhecer sinais de violência, além de aprenderem sobre os seus direitos.

“Foi um momento bem enriquecedor porque elas foram muito participativas e ativas nessa questão sobre a violência. Elas souberam exatamente fazer identificações, se posicionar diante das situações de violência vividas nas suas famílias”, disse a assistente social do Centro de Referência Francisca Trindade, Nilce Araújo.

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