
Na manhã desta quinta-feira (15), a equipe da 1ª Companhia de Busca e Salvamento do Batalhão de Busca e Salvamento (BBS) do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE) resgatou um gato que caiu em uma cacimba com 12 metros de profundidade e 50 cm de água, no bairro Henrique Jorge, em Fortaleza, na Área Integrada de Segurança 18 (AIS 18).
Logo após o acionamento via Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops), às 09h28, a 1ª Guarnição de Busca e Salvamento deslocou-se imediatamente até a Rua Desembargador Luís Paulino. Assim que chegaram ao local, os bombeiros militares avaliaram as condições do terreno e iniciaram o protocolo de resgate. Em seguida, a equipe aplicou técnicas de rapel para descer até o interior da estrutura e retirar o animal com total segurança.
O proprietário do imóvel acompanhou de perto toda a ação dos socorristas. Além disso, os militares orientaram o morador sobre a importância de cobrir a cacimba para evitar futuros acidentes no local.
Embora a equipe tenha buscado identificar o tutor do animal, ninguém se apresentou no momento da ocorrência. Por isso, os bombeiros soltaram o gato na área externa do imóvel, já que ele não apresentava nenhuma lesão aparente.
A operação contou com a atuação do tenente Vilamar, do sargento Borges, do soldado Douglas e do soldado Arnaldo. Dessa forma, o CBMCE reafirma continuamente seu compromisso fundamental com a proteção da vida, atuando na salvaguarda de pessoas, bens e animais em situação de risco.
Entre janeiro e setembro de 2026, o Ceará registrou 9.978 resgates de animais, todos classificados como salvamento. A maioria envolveu cobras, que responderam por 66,1% dos casos, enquanto gatos somaram 10,9%, iguanas 7,5%, cassacos e gambás 6,8% e cães 4,6%. Além disso, aves, animais marinhos e outras espécies apareceram em menor proporção.
Fortaleza concentrou 34,4% das ocorrências e, em seguida, vieram Caucaia, Sobral e Maracanaú. Assim, os dados revelam que os resgates se distribuem principalmente em áreas urbanas e que as serpentes representam o maior desafio para as equipes de salvamento.
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