
A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Fundação Estadual de Saúde (FUNESA) e da Escola de Saúde Pública de Sergipe (ESP-SE), realizou nesta quinta-feira, 15, uma oficina de atualização voltada aos enfermeiros supervisores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192 Sergipe) que atuam na Central de Regulação de Urgências (CRU). Em sua quarta edição anual, a atividade tem como objetivo revisar as atribuições desses profissionais diante das atualizações dos protocolos assistenciais e de gestão, além de promover a troca de experiências e discutir melhorias nos processos de trabalho.
Os enfermeiros supervisores exercem a função de ligação entre a Central de Regulação e as equipes de intervenção que prestam atendimento em campo. A oficina também busca alinhar condutas, identificar dificuldades da rotina e reunir contribuições dos profissionais para subsidiar a gestão do serviço. As informações discutidas são sistematizadas com o apoio do Núcleo de Educação Permanente (NEP) e do Núcleo de Apoio à Gestão e Educação do Samu, para que as atualizações sejam compartilhadas com as equipes operacionais.
A enfermeira e assessora técnica do Samu 192 Sergipe, Daniele Martins, explicou que a oficina é realizada anualmente para acompanhar as mudanças nos protocolos e integrar profissionais com diferentes tempos de atuação no serviço. “Os enfermeiros supervisores são um elo entre a Central de Regulação e as equipes que estão na rua. Por isso, precisamos atualizar suas atribuições continuamente, discutir as mudanças nos protocolos e compartilhar experiências, para que esses profissionais sejam uma referência assistencial e de apoio à equipe durante todo o funcionamento do serviço”, destacou.
O enfermeiro responsável técnico pelo Samu 192 Sergipe, Abraham Freitas Costas, ressaltou que os encontros permitem reunir experiências da rotina e identificar necessidades que podem ser encaminhadas à gestão. “O serviço é extremamente dinâmico e, a cada dia, surgem novas situações. Quando os profissionais compartilham suas vivências, contribuem para identificar dificuldades e construir possibilidades de solução. Esses momentos periódicos permitem reunir opiniões e experiências para levar à gestão propostas de melhoria”, afirmou.
A enfermeira e supervisora do Samu, Anne Aires, destacou que a atividade também permite avaliar os processos de trabalho e identificar oportunidades de aprimoramento. “A proposta é fazer um levantamento dos nossos pontos fortes e fracos, identificar o que precisa melhorar e discutir alternativas para aperfeiçoar o processo de trabalho dentro da Central de Regulação, buscando oferecer um serviço de melhor qualidade no dia a dia”, pontuou.









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